Pegadas Literárias

De 9 a 13 de Junho pude descobrir um dos lugares mais bonitos que já vi em toda a minha vida.
Já havia visitado a ilha da Madeira há mais de dez anos e, não sei se foi pela idade que tinha, achei a ilha muito pouco deslumbrante e interessante. O que mais me marcou foi o Jardim Botânico da Madeira e pouco mais.
Desde há algum tempo que os Açores me tinham chamado à atenção e conheço algumas pessoas que já tinham estado nas duas ilhas, Madeira e Açores, e confirmaram-me que realmente as ilhas dos Açores são mais graciosas e bonitas. Decidi ir ver com os meus próprios olhos e lá fui em família!

Aterrámos na ilha de São Miguel já de noite e decidimos ficar a descansar pois sabíamos que nos dias seguintes muito tínhamos para descobrir! 
Começámos a primeira manhã a explorar o Mercado de Ponta Delgada. Deu para conhecer um pouco da vida local bem como conhecer os produtos locais. Bebi um sumo natural excelente, numa banca chamada 'Sabores' e aconselho vivamente juntamente com um dos produtos típicos açorianos, o bolo lêvedo (de preferência com queijo, nozes e mel, delicioso!). Outro dos produtos típicos e de uma qualidade elevadíssima é o queijo. Um dos espaços de mercado transbordava queijos! Confesso, eu sou louca por queijos e foi inevitável não comprar pelo menos 3 grandes.


Não há palavras para descrever o encanto desta ilha. Tudo é verde, tudo é natural. Desde os inúmeros miradouros às mais variadas lagoas de uma beleza estonteante... E, claro, as vacas a pastar não poderiam faltar! 
Vejam com os vossos próprios olhos.

A ilha de São Miguel, a maior ilha do arquipélago dos Açores, tem um clima temperado oceânico, o que significa que em Junho, data da minha viagem, o tempo estava fresco e húmido.
Graças ao site Spotazores, que tem câmeras espalhadas pela ilha em tempo real, fomos tendo acesso ao tempo dos vários pontos da ilha e fomos contornando o mau tempo.


Um dos principais locais da ilha são as Furnas. Quem nunca ouviu falar das famosas furnas de São Miguel? Confesso que não provei o cozido das furnas, mas adorei visitá-las!
As furnas são conhecidas pelas suas águas termais, a Poça da Dona Beija e piscinas térmicas. Também nas furnas situa-se o maravilhoso Parque Terra Nostra. 
Lindíssimo, harmonioso e excelente para descansar e relaxar.

Um dos pontos fortes da ilha são também os seus chás,
A mais antiga plantação de chá da Europa, a Gorreana, funciona desde 1883. Podemos visitar as instalações e provar, gratuitamente, os diversos chás produzidos.
Também o chá Porto Formoso é um dos mais conhecidos. São proporcionadas visitas guiadas a qualquer hora do dia, dentro do horário de funcionamento,e os clientes são convidados a provar o chá numa sala típica micaelense. Um serão muito agradável.
Gostei mais da visita ao chá Porto Formoso do que ao da Gorreana, pois o atendimento foi mais orientado para o cliente do que para as vendas.
Em ambos o preço do chá é aliciante e recomendo!

Da gastronomia da ilha só tenho a dizer coisas maravilhosas! Desde os doces, aos vinhos, aos queijos, aos enchidos, ao peixe fresco... São Miguel é de uma riqueza gastronómica incrível. Lapas da ilha, bife de atum, sopa de peixe foram três pratos que tive a oportunidade de provar. Avalio-as em mais de 5 estrelas!
Se querem ter uma refeição tranquila e saudável (com vista para o mar) aconselho o Bar Caloura, na Lagoa. As refeições são deliciosas, todos provamos vários tipos de peixe e o preço até é acessível.

Hoje em dia visitar os Açores já não é tão caro graças aos voos low-cost. Se gostam da natureza e se tiverem oportunidade para visitar São Miguel façam-no, não se vão arrepender. Vão ver paisagens lindíssimas, o povo é simpático, a gastronomia excelente... Conhecer São Miguel é apreciar a Natureza em todo o seu esplendor.








03:58 2 comentários

Duas amigas. Viagem de fim de verão. Terra da morabeza.


Por vezes nem eu acredito na sorte que tenho. Desta vez quem ganhou uma viagem foi a minha melhor amiga, para a ilha do Sal, oito dias com tudo incluído para duas pessoas! Decidimos que íamos usufruir desta viagem no fim do verão como uma espécie de despedida à estação do ano que tanto adoramos.

A ilha do Sal, em Cabo Verde, é uma ilha com uma beleza incomparável! As pessoas simpáticas e humildes tratam-nos como se fôssemos amigos e família, a praia de santa maria é simplesmente paradisíaca, o olho azul e a buracona são locais esplêndidos, e as salinas uma experiência a não perder.

Desta vez, quem nos orientou na viagem foi o operador turístico Soltrópico e ficámos instaladas no Hotel Oasis Belorizonte, de quatro estrelas, em regime de tudo incluído. Assim que chegamos a nossa impressão foi a mais positiva que pode haver. O hotel é bonito e muito moderno. A staff muito simpática, não é á toa que na ilha do sal o povo é considerado um povo 'morabeza', isto é, um povo amável e afável.
O quarto também foi uma surpresa agradável: quarto grande, limpo, moderno, assim como a casa-de-banho.


O Hotel tem duas piscinas, uma salgada e uma doce, que logo nos envolvem no ambiente tropical que se vive em Cabo Verde. Nesta viagem não passámos muito do nosso tempo nas piscinas do hotel porque realmente a praia era maravilhosa. 
Se na viagem a Djerba o que considerei mais fraco foi a comida, posso afirmar que neste hotel a comida era espantosa! Já tive a oportunidade de estar em alguns Resorts e hotéis em diferentes países e, na minha opinião, este foi o hotel com as melhores e mais saborosas refeições. A comida era variada, tanto na carne como no peixe, tinha sempre grelhados, tinha a comida típica cabo verdiana como a muamba (nunca tinha experimentado e gostei imenso, é muito semelhante á nossa feijoada mas a muamba é feita à base do milho), as sopas eram deliciosas... 

A praia, com acesso directo do hotel, foi um dos pontos altos desta viagem. Assim que conhecemos a praia ficamos completamente extasiadas com a beleza paradisíaca que a marca. Areia muito macia, água quente e tão límpida que conseguimos estar na água e ver os cardumes a nadarem perto de nós. É inacreditável mas conseguimos estar horas e horas dentro de água sem dar pelo tempo passar. O único ponto negativo em relação à praia era que quase nunca havia cadeiras e cabanas disponíveis pois as pessoas marcavam lugar (o que nem é permitido mas em contrapartida o nadador salvador disponibilizava-nos chapéus de sol).

Como a ilha é relativamente pequena, optámos por fazer apenas uma excursão de meio-dia para a volta à ilha. Começamos por visitar a murdeira, um sítio de praia, com alguns hotéis á sua volta. Seguiu-se a visita a Espargos, onde fiz as compras dos tradicionais recuerdos que se traduziram nos pequenos quadros lindíssimos feitos com areia vulcânica da ilha. 


Depois de algum tempo de viagem chegamos à buracona, um dos pontos turísticos da ilha, para ver o olho azul e dar uns mergulhos. O olho azul é um buraco no tecto de uma rocha submarina. Quando o sol está alto, a luz ao penetrar nas águas proporciona um efeito de um olho azul que contrasta com o escuro das rochas. Lindo.

Muito perto do olho azul encontra-se a buracona, que é uma espécie de piscina natural que se formou devido à força do mar na rocha vulcânica. Este local é de uma beleza brutal. Aventureira como me tornei, dei o melhor mergulho da minha vida!
   
O local seguinte que visitámos foi aquele a que todos chamam "a miragem". A guia explicou-nos que deram este nome a este local porque se encontra num pequeno deserto e se olharmos em direcção às montanhas, devido às ondas das altas temperaturas. parece vemos um rio. É um local muito bonito e tem uma lojinha, onde nos dão a provar o famoso grogue, bebida típica.
Por fim, chegamos ás tão faladas Salinas de Pedra de Lume
, que faz todo o sentido visitar porque tem tudo a ver com o que deu nome a esta ilha. Esta é uma experiência relaxante, onde se tomam banhos nas salinas, na base de um vulcão. Funciona como um spa, onde a água é tão salgada que os nossos corpos ficam a boiar e, reza a lenda, a água funciona como uma terapia medicinal para o tratamento da pele. 


Uma das experiências que vale a pena fazer na ilha é o mergulho. Foi a melhor prenda de aniversário que a minha melhor amiga me deu! Quando vimos na piscina do hotel a forma como os instrutores de mergulho faziam a iniciação ao mergulho ficámos logo com vontade de experimentar. E assim foi quando soubemos que o mergulho estava com 50% de desconto imediato. Com o apoio do Manta Diving Center, mergulhámos pela primeira vez e foi divinal! Inicialmente tivémos uma preparação na piscina do hotel, para termos o contacto com a respiração debaixo de água com garrafas e sabermos as universais normas de segurança. Cabo Verde tem, de facto, uma fauna muito rica e uma vida subaquática impressionante com peixes de todas as formas e cores. Foi inesquecível e aconselho a todas as pessoas que tenham oportunidade de experimentar.

Infelizmente, eu e a minha melhor amiga apanhámos uma virose na ilha e os últimos dias das férias foram pouco ou nada aproveitados. Tivemos azar pois fomos numa época de pós-tempestade e já se sabe que essa altura é propícia às viroses.

Independentemente disso, posso garantir que a ilha do sal é extremamente bonita, com lugares maravilhosos para conhecer, um povo muito afável e um clima invejável. Para uma viagem de descanso e lazer eu recomendo a cem por cento!

10:30 1 comentários




2 amigas. A primeira viagem juntas. Uma Tunísia tranquila e relaxante.


Tive a sorte de ter ganho esta viagem num passatempo levado a cabo pelo Jornal Destinos, onde a minha foto foi escolhida como a foto mais original do passatempo. Não cabia em mim de felicidade por saber que iria viver 7 dias de férias na ilha de Djerba com tudo incluído para duas pessoas. Escolhemos o mês de Agosto para usufruirmos da viagem e super entusiasmadas fizémos as malas e partimos para este pequeno Oásis. 

Djerba, de sua língua oficial o francês e o árabe, é uma ilha cheia de encanto, situada na costa mediterrânea do sul da Tunísia, maioritariamente muçulmana e com um clima muito particular devido ao seu calor e humidade.
Infelizmente, e mesmo sendo Agosto, apenas os primeiros três dias foram de sol radiante, apesar do calor se fazer sentir sempre (e a humidade também).

Tratámos dos detalhes da viagem com o operador turístico Travelers e ficámos instaladas no Hotel Meninx, de três estrelas, com o regime de tudo incluído. O hotel foi uma agradável surpresa: o quarto era muito confortável, com ar condicionado, uma varanda com duas cadeiras e uma mesa, e a wc pequena mas limpa; a piscina principal era maravilhosa, enorme e salgada, com imensas actividades ao longo do dia; a equipa de animação era simpática e esforçavam-se para falarem connosco; a praia era muito agradável e de acesso directo ao hotel; os espaços exteriores estavam sempre limpos e arranjados.

Um dos pontos que considerei mais fracos no hotel foi a comida, que era razoavelmente boa mas pouco diversificada. Havia a comida típica tunisina (uma das quais couscous que eu adorei experimentar) e a comida internacional como os hambúrgueres, as batatas fritas, arroz, etc. O que mais gostei na parte do restaurante foram os grelhados. Normalmente os grelhados eram variados e eu optei por comer mais grelhados e saladas.

Este Hotel é um hotel tão familiar que tem uma piscina de escorregas, onde os miúdos passam grande parte do dia a divirtir-se. Confesso, eu também me diverti nesta piscina!

Melhor ainda era a piscina principal, onde passámos muitos serões e participámos em algumas actividades que lá faziam como o water polo (e a minha equipa ganhou por muitos!). O ambiente era sempre divertido e marcado pela música ambiente.

A poucos metros de distância do hotel encontrava-se a praia, cuja areia parecia uma pena, de tão macia que é. Nos primeiros dias aproveitámos mais a piscina do hotel porque a praia se encontrava com muitas algas e era desconfortável. Passado alguns dias a praia "transformou-se": água quente, cristalina, com uma paisagem de cortar a respiração pautada de camelos e cavalos no areal. Torna-se um ambiente tranquilizante.

Uma das particularidades desta ilha é a abundância de camelos. Todos os dias na praia haviam tunisinos a dar passeios com os seus camelos e a negociarem passeios de camelo com os turistas da zona.Tive a oportunidade de subir para um camelo na excursão que decidimos fazer e posso dizer que é uma experiência muito gira!

Depois de ponderar todas as possíveis excursões, optámos por apenas participar no passeio de barco dos piratas à ilha dos flamingos, com demonstração de pesca e almoço na ilha. O ambiente no barco estava muito animado, com música, danças. O almoço foi uma surpresa muito positiva, onde comemos a comida típica dali, a equipa de animação foi óptima fazendo uma espécie de teatro onde representavam as nacionalidades de todos os turistas e conseguindo arrancar algumas gargalhadas no geral.
A noite anterior tinha sido de tempestade (tive tanto medo que mal dormi) e a ilha dos flamingos não se encontrava no seu estado mais pleno. A ilha é paradisíaca, mas tivemos o azar de ir num dia depois da tempestade com tempo nublado e quase chuvoso. Valeu a pena na mesma.

Uma das experiências que mais valem a pena em Djerba é, sem dúvida, sair do hotel para beber chá e fumar shisha. No hotel o chá é muito agradável e gratuito, mas não é variado. Já a shisha é paga mas também é pouco diversificada. Assim, juntámo-nos a um grupo de portugueses e fomos todos a uma esplanada, relativamente perto do hotel. Foi uma excelente noite com uma excelente companhia.


Djerba é excelente para umas férias descontraídas, a dois ou em família. Foi uma viagem onde o descanso e o lazer reinaram.







10:16 1 comentários

4 amigas, Uma viagem planeada há já algum tempo. 4 dias maravilhosos.

Partimos numa quinta-feira de madrugada numa das famosas companhias low-cost. O voo correu lindamente, três horas que passaram num instante A ansiedade era muita, a expectativa era alta e o meu coração assim que pisou Londres pela primeira vez não podia estar mais feliz.

Apanhámos o comboio e lá fomos nós partir para a aventura! Planeámos o primeiro dia para conhecer apenas o centro de Londres, as partes mais conhecidas como o Picadilly Circus (onde se encontra a famosa loja dos M&M's), a Trafalgar Square, a Chinatown, o St. James Park,

Num primeiro instante, comprámos o Oyster card, um cartão que através de carregamentos diários nos permite andar em todas as estações de metro do centro bem como os típicos autocarros londrinos. Super extasiadas, fomos deixar as malas ao hotel, que se encontra a cerca de 15 minutos do centro de Londres e tem mesmo uma paragem de autocarro à frente. O Hour Glass Hotel foi o hotel ideal para passar os 4 dias. Os quartos embora pequenos são extremamente confortáveis, o staff é simpático e prestável e as casas de banho partilhadas e a cozinha são das mais modernas e limpas. Por 3 noites, em qualidade-preço recomendo a cem por cento.




O centro de Londres, mais precisamente a parte do Picadilly Circus e a Trafalgar Square, têm um ambiente inexplicável. Multidões nas suas rotinas, um músico aqui e ali, as lojas de rua multiculturais com os tradicionais 'recuerdos', a mistura dos autocarros no trânsito citadino, os turistas que olham para tudo pela primeira vez e se vão dispersando, as cabines telefónicas que vão dando cor ás ruas...





Um dos pontos mais visitados em Londres é a M&M's world's, É uma loja com uma dimensão enorme e com uma decoração capaz de envolver qualquer criança e adulto. Eu fiquei deslumbrada logo á entrada e confesso que não sou a pessoa mais fã dos amendoins, apenas do chocolate. Logo à entrada encontramos um M&M gigante, que nos dá as boas-vindas e convida a entrar. Há peluches, brinquedos, canecas, canetas, roupas, almofadas, garrafas. A verdade é que me apetecia comprar tudo mas tive de resistir à tentação. Mesmo assim, trouxe duas garrafas de M&M's de chocolate, duas canecas, um álbum de fotografias onde fiz o álbum desta viagem e alguns saquinhos com os M&M's e cores escolhidos por mim.


Para terminar o dia (pois estávamos cansadas da viagem de avião) decidimos que íamos apanhar o ar fresco e puro de um dos jardins mais conhecidos de Londres: O St. James Park, o mais antigo parque real de Londres. Foi muito agradável descontrair um pouco e usufruir deste espaço verde tão limpo. Aliás, Londres inteira se caracteriza por ser uma cidade muito organizada e acima de tudo limpa. O St. James Park é realmente um parque muito limpo e cuidado. Fiquei a desejar que pelo menos todos os espaços verdes em Portugal fossem assim.


Começou o segundo dia. Acordamos cedo para aproveitar o máximo possível: passear por Baker Street, visitar o famoso museu de cera Madame Tussouds (que fica lá perto), visitar o Big Ben, passear pelo Hyde's Park, visitar o Palácio de Buckingham, a London Eye e a famosa ponte de Londres.

Baker Street ficou famosa por estar relacionada com uma das personagens famosas da literatura internacional: o Sherlock Holmes.
Com muita pena nossa não tivemos tempo de ir ver o museu do sherlock holmes porque já não tínhamos muito tempo (a visita ao Madame Tussouds já tinha hora marcada).



Assim, e depois de passearmos um pouco por Baker Street (e de termos comprado as típicas sweat-shirts do 'I LOVE LONDON') apanhámos o autocarro que nos levou até perto do Madame Tussouds.
Apesar do preço alto, vale mesmo muito a pena ver o que o museu de cera tem para nos mostrar. É impressionante e arrepia o quão real parecem ser as estátuas. É incrível os pormenores que os artistas plásticos conseguem pôr nas suas obras de arte: os contornos da pele, as veias, as unhas. São realmente pormenores tão bem conseguidos que ficamos boquiabertos.

São quatro salas onde se encontram as personalidades mais marcantes da história mundial, desde bollyhood aos cantores mais famosos, a família britânica, os génios da história como Albert Einstein e Stephen Hawking, os ícones do desporto mundial, etc.

Das incontáveis figuras públicas que se encontram no Madame Tussouds, as minhas favoritas foram a Naomi Campbell, com toda a sua elegância e beleza; a Nicole Kidman, protagonista do meu filme favorito (Moulin Rouge); a Jennifer Lawrence, a encarnar a personagem da saga que todos conhecem: os jogos da fome; E a Marylin Monroe, no cenário conhecido por todos: a sua saia a ser levantada pelo vento.

O fim da volta ao museu é muito engraçado. Somos encaminhados para umas carruagens que fazem um último percurso, uma espécie de passeio de terror que dura cerca de quinze minutos. Se forem a Londres e tiverem possibilidade de visitar este museu não pensem duas vezes!

                                                             
Outro dos pontos altos desta viagem foi ver, finalmente, o Big Ben. As fotografias não fazem juz á realidade porque o Big Ben é enorme!
O Big Ben pertence ao Palácio de Westminster (um facto que eu desconhecia). A entrada no palácio é paga e nós optámos por ir passear por outros locais, nomeadamente perceber como iríamos chegar até à London Eye.

Depois das mil fotografias tiradas com o ícone londrino, fomos até ao Hyde Park passear. E não é que à medida que íamos passeando demos conta dos esquilos que habitam naquele parque?! Já devem estar tão habituados às multidões que os admiram, que andavam na vida deles como se nada fosse.


No fim deste parque encontra-se o Palácio de Buckingham. A bandeira estava hasteada, o que significa que a rainha se encontrava em casa. Confesso que este não foi um dos palácios que mais me agradou, porque realmente o Palácio de Buckingham não parece um palácio, mas sim um parlamento. Temos Palácios mais bonitos no nosso país, como o palácio da pena por exemplo.

Depois de vermos o Palácio começou a nossa aventura: não conseguimos perceber qual era o autocarro que tínhamos de apanhar até á London Eye e achámos que deveríamos chegar lá rápido a pé.
Depois de mais de uma hora a andar (e estafadas!), finalmente vimos de perto a London Eye! Outro dos pontos mais turísticos de Londres e que, sem dúvida, vai permanecer na minha memória.

Não há palavras que expliquem a sensação de estar no alto a ver toda a vista londrina. Como já era final de tarde, aos poucos e poucos, fomos vendo a cidade a anoitecer. Tudo o que era luz do dia foi-se tornando em luzes da noite. Lindo.

No terceiro dia, e último dia para passear, para além das últimas compras no Portobello Market fomos passear até á famosa Tower Bridge e à plataforma do Harry Potter.
No dia anterior tínhamos tentado perceber como ir para a Tower Bridge mas confundimos o sítio com a London Bridge e fomos parar a outra ponte.

Considerada a ponte mais bonita de Londres, esta ponte transforma-se mil vezes por ano por ser basculante.
Este é um sítio muito agradável para se dar um longo passeio ou até mesmo para aproveitar o bom tempo e ficar na esplanada a disfrutar do local.


Como fãs do Harry Potter que somos fomos à plataforma 9 ¾ da estação de King's Cross. Assim que lá chegamos vemos um pequeno concentrado de gente porque a plataforma tem uma fila única para as pessoas serem fotografadas e há uma promotora que nos coloca o cachecol da equipa que mais gostamos em Hogwarts. E assim saiu a minha fotografia!


Estes dias passaram a correr e enriqueceram-me de uma maneira que não consigo explicar. Conhecer outro país, outra capital, foi fantástico! Os britânicos são muito simpáticos e muito prestáveis (todas as pessoas a que íamos pedindo alguma orientação foram extremamente amáveis). Londres é realmente uma cidade que tem MUITO para dar a conhecer e tenho noção de que não conheci nem metade, mas certamente que esta será uma viagem a repetir e completar.




13:23 1 comentários
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Mariana Passos.
26 anos.
Mestre em Administração Educacional.
Apaixonada pelo gigante Mundo dos Livros.

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