quinta-feira, 19 de outubro de 2017

[Pegadas & Divulgações] Novidades 4Estações Editora

Sobre o livro: Estar sozinha na Califórnia, podia ser uma tortura ou uma aventura, e eu sabia perfeitamente que isso só dependia de mim. Não era propriamente a América que poderia apanhar-me de surpresa depois de lá ter vivido tantos anos que chegaram ao ponto de me darem maridos e filhos. E muito menos os americanos, que ainda por cima desta vez acabaram de reinstalar o Obama na Casa Branca, sendo que ainda por cima eu, agora, rumando como rumava ao Big Sur, estava perfeitamente consciente de que ia viver num dos sítios mais bonitos do Mundo, procurado incessantemente como inspiração por comunidades de artistas que descobriram o sítio nas páginas magistrais e certeiras do Steinbeck, e deixaram na sua senda discípulos tão impressionantes como o Miller e o Kérouac. De qualquer maneira, metia-se pelo meio como autêntica novidade o efeito ambíguo de estar a ver Portugal de longe, e de assim em perspectiva eu começar a seguir a sequência de parvoíces que nos tinham deixado na penúria como se estivesse numa sala de cinema. Na dúvida, não me pus a extrapolar conclusões com ninguém. Nem comigo própira.

Sobre a autora: Clara Pinto Correia publicou o seu primeiro romance em 1984 ( AGRIÃO, Relógio d´Água). Artista fecunda tem 54 livros publicados, dois dos quais escritos em língua inglesa. Na ficção literária destacam-se ADEUS PRINCESA ( Relógio d`Água), com edição holandesa, alemã e brasileira, PONTO DE PÉ DE FLOR ( D. Quixote, 1991, Prémio Máximo de Literatura 1999 da Revista Máxima) E SE TIVESSES A BONDADE DE ME DIZER PORQUÊ? Em colaboração com Mário de Carvalho (Edições Rolim, 1986), MORFINA ( contos, Relógio d`Água e Astrolábio, 2000), NÃO PODEMOS VER O VENTO ( Clube do Autor, 2012). Publicou uma dezena de livros para crianças e adolescents, além de vários de divulgação científica e, também alguns de poesia.
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Sobre o livro: O corpo de uma mulher está perfeitamente concebido para dar à luz, desde a forma da pelve, à função do útero e à sua fisiologia hormonal. As posturas verticais durante o trabalho de parto e o próprio parto aproveitam a ajuda da gravidade. Foram utilizadas por mulheres de todas as culturas ao longo de milhares de anos.
São posturas que beneficiam o bebé, o útero e a mãe, eproporcionam um trabalho de parto mais eficaz, maisconfortável e, muitas vezes, mais breve.

Sobre a autora: Janet Balaskas tem mais de 30 anos de experiência em atendimento a grávidas. Tornou-se mestre nesta arte delicada, tendo ensinado milhares de mulheres, treinado e inspirado profissionais em diversos países. O seu trabalho é impregnado de sabedoria e calor humano únicos.
Idealizadora de uma nova abordagem do parto natural, Janet criou o conceito do Parto Ativo (“Active Birth”) que revolucionou o cenário do parto desde a década de 80. A sua voz vem influenciando mudanças nas práticas das maternidades no Reino Unido e em muitas outras partes do mundo.
As suas ideias inovadoras foram divulgadas mundialmente, inspirando famílias, educadores perinatais, professores de yoga, parteiras e doulas.

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